15 GIFs incríveis de celebridades antes e depois do Photoshop


Bom, todo mundo sabe que as fotos que ilustram capas de revista, de disco, entre outros, ganham retoques muito especiais no nosso querido Photoshop. Uma lista de GIFs, publicada pelo site BuzzFeed, mostra exatamente o antes e o depois destes retoques, deixando claro as mudanças por que passam as celebridades. O que você acha, elas ficam melhores ou não?

Angelina Jolie
Madonna
Britney Spears
Megan Fox
Penélope Cruz
Kelly Clarkson
Faith Hill
Brittany Murphy
Katy Perry
Beyoncé
Kim Kardashian
Lady Gaga
Katherine Heigl
Despina Vandi
Érika Kokay

Você é trapaceiro? - Teste: Que tipo de trapaceiro você é?


Um novo livro afirma que sim, todos temos algo em comum com os grandes impostores da política e dos negócios. Por que cedemos à trapaça – e o que podemos fazer para evitá-la

DANILO VENTICINQUE

Demóstenes Torres (Foto: Beto Barata/Ag. Estado,)
"Desde o início, atesto minha inocência.” A frase foi dita num discurso pelo senadorDemóstenes Torres (sem partido-GO) antes que o pedido de cassação de seu mandato fosse encaminhado ao Senado. Mas não causaria estranhamento na voz de qualquer um dos grandes trapaceiros da história. Acusado de envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, ele seguiu a regra clássica de quem é pego na trapaça: dizer-se inocente até o fim e, se possível, acreditar nisso. Para provar quanto a prática é antiga, basta lembrar outro Demóstenes – o político grego (384-322 a.C.), que, acusado de distribuir e receber propinas, morreu sem admitir sua culpa. Seu contemporâneo, o filósofo Diógenes de Sínope (412-321 a.C.), andava pelas ruas com uma lamparina, dizendo estar à procura de um homem honesto. Não há notícias de que o tenha encontrado.
PROVOCAÇÃO O psicólogo Dan Ariely e seu livro A mais pura verdade sobre a desonestidade. Ele fez  experimentos para tentar explicar o funcionamento da trapaça (Foto: Andrew Harrer/Bloomberg News/Getty Images e divulgação)
Embora nossa natureza trapaceira seja quase um consenso, o mecanismo da trapaça é objeto de discussões. Reportagem da edição de ÉPOCA que chega às bancas e aos tablets (baixe o aplicativo) neste fim de semana entra nesse debate mostrando os aspectos levantados pelo psicólogo israelense Dan Ariely em seu livro A mais pura verdade sobre a desonestidade (Elsevier, 260 páginas, R$ 69,90). Autor dos best-sellers científicos Previsivelmente irracional e Positivamente irracional, que exploram a irracionalidade de alguns aspectos do comportamento humano, Ariely sugere um modelo mais passional e menos calculista que a análise de custo-benefício. Segundo ele, são poucos os trapaceiros patológicos, capazes de seguir seus impulsos toda vez que se veem em condições de levar vantagem sobre os outros de forma ilícita. Em compensação, todos nós somos capazes de pequenas trapaças ocasionais e acumulamos algumas vantagens ao longo dos anos, sem que sejamos obrigados a encarar nossa desonestidade. Trapaceamos aqui e ali. Mas, como seguimos as regras na maior parte do tempo, continuamos nos achando honestos. Há, dentro de cada um de nós, um pequeno Demóstenes, que permanece dormente, mas mostra as garras de tempos em tempos.

Da vontade de fazer o bem ao desejo de levar vantagem a qualquer custo, há várias justificativas possíveis para pequenas trapaças. Clique nas respostas para cada pergunta e descubra seu perfil

Governo admite epidemia de dengue após aumento de 190% no nº de casos


País contabiliza 204.640 casos da doença desde o início do ano, contra 70.489 notificações em 2012

  • Gustavo Gantois
    Direto de Brasília

O número de casos de dengue registrados no Brasil em 2013 aumentou 190% em comparação ao mesmo período do ano passado. Nas primeiras sete semanas do ano, foram confirmados 204.640 casos da doença em todo o País, ante 70.489 notificações em 2012. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo ministro Alexandre Padilha, da Saúde.
"Sem dúvidas que temos epidemia de dengue. Todo verão temos. Oito Estados concentram mais de 83% dos casos nessas sete semanas do ano. Aqueles Estados e municípios que não estão classificados como epidemias, não podem descuidar da prevenção e do combate", alertou Padilha.
Mato Grosso do Sul é o Estado com maior número de casos de dengue registrados. Foram 42.015 notificações contra 35.334 do segundo colocado, Minas Gerais. Goiás aparece em terceiro, com 27.376 notificações. Segundo Padilha, a maior incidência da doença está nas regiões Centro-Oeste e Sudeste.
Quando se leva em consideração o número de habitantes, Mato Grosso do Sul continua no topo da lista. A cada 100 mil habitantes, 1.677 tiveram dengue entre 1º de janeiro e 16 de fevereiro, um aumento de 4.757% na comparação com 2012. Ainda em relação à incidência, Goiás é o segundo Estado com maior número de casos de dengue em comparação com o número de habitantes. Foram 444 a cada 100 mil, pouco acima do Acre, terceiro lugar da lista, que registrou 410 notificações em cada 100 mil habitantes.
Queda nas mortes
Apesar do aumento no número de notificações, o ministro Alexandre Padilha comemorou a redução de 20% no número de mortes relacionadas à dengue em comparação às sete primeiras semanas de 2012. A redução foi ainda maior na comparação com 2010, chegando a uma queda de 77% no número de óbitos. 
Em relação aos casos graves, que acabam resultando em internações, a redução foi de 44% em relação ao ano passado e de 91% na comparação com 2010. Padilha alerta, no entanto que os dados não podem ser considerados como uma queda na prevenção e combate à doença.
O ministro creditou as reduções de mortes e casos graves da doença pela melhoria da assistência prestada à população e a antecipação de ações, como o repasse de verba adicional para o combate da doença. "Não existe dúvida: a redução se deve à ampliação dos serviços e à redução no tempo de espera de diagnóstico e tratamento", disse. 
Vírus tipo 4
O vírus tipo 4 da dengue, que era raro até 2011, já é o que mais circula no País. Foi ele que causou o maior número dos casos registrados nesse começo de ano. Em segundo lugar, aparece o tipo 1,o tipo 2 e o tipo 3. Segundo o Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a circulação do novo tipo de vírus é preocupante. 
"Toda vez que a gente tem um novo sorotipo chegando num Estado onde nunca circulou, ele encontra uma população suscetível. O País todo está suscetível, porque praticamente ninguém na população teve, o DENV-4 nunca tinha circulado no Brasil. Mas esse fator a gente não controla, o sorotipo de espalha por todo País", afirmou Barbosa, admitindo que não há ações específicas para combater esta cepa do vírus no Brasil. 
A presença dos quatro tipos diferentes do vírus é uma ameaça a mais para a saúde pública. Cada pessoa só pode ter dengue uma vez por cada tipo do vírus. Isso significa que quem já teve dengue devido ao vírus tipo 1 só pode ter a doença novamente se for infectado pelos tipos 2, 3 ou 4. Como o tipo 4 vem se espalhando com mais rapidez, aumenta na mesma proporção o risco de epidemia generalizada.
Segundo Jarbas Barbosa, caso ocorra um segundo episódio da dengue, os sintomas se manifestam com mais severidade, o que é um problema. Pode causar inflamações e, por isso, aumenta o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que levaria à dengue hemorrágica. Um terceiro episódio poderia ser ainda mais grave, e um quarto seria mais perigoso que o terceiro.
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